segunda-feira, 19 de outubro de 2009


Aquietar-se aqui no texto reflete a dependência a qual devemos ter dEle, afinal ainda que se abale a terra, ainda que os montes se transportem para o meio do mar, ainda que te digam que não há mais solução, que é o seu fim, mesmo assim Ele te diz: Eu sou o teu refúgio, Eu estou com você, estou vendo tudo, nada passa desapercebido diante dos meus olhos, aquietai-vos e sabeis que Eu sou Deus.
O que dizer diante dos recursos financeiros que acabaram; o que dizer diante da morte; o que dizer diante de uma enfermidade que se alojou silenciosamente e que agora explode num tumor; o que dizer ao perdermos quando queríamos ganhar; o que dizer diante da traição que nos golpeou sem um aviso prévio. Ah, são tantas coisas sem explicação, são tantas dores para justificar nossas murmurações constantes, quando o nosso refúgio e fortaleza, Jesus Cristo já visitou o túmulo de um homem em estado de putrefação com quatro dias de morte e o trouxe a vida, o verdadeiro refúgio e fortaleza, o nosso Deus visitou a Ana, uma mulher estéril, e a ela deu um filho, nosso refúgio, nada mais é que aquele o qual acalma a tempestade, cessa as guerras, corta o laço e quebra a lança do forte, não existe algo impossível a Ele, mas muitas vezes o diminuímos, pois queremos tudo agora, queremos uma solução agora; talvez você não entenda que a dor pode confinar na libertação e ai mora a cura de nossas soluções: esperar o desenrolar da história é deixar que Deus decida por nós.

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